Tradutor - Translate

Este Blog é um instrumento estratégico para o cumprimento do Ide de Jesus, como em Marcos 16:15

Família Gileade

Clique na mensagem desejada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

DOIS CAMINHOS... DOIS DESTINOS...



 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.

Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.

Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.

Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
Salmos 1:1-6

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

OUVINDO DEUS.




"Já faz muito tempo que eu não escrevo um texto sobre a interferência de Deus na minha vida, tipo um chacoalhão que a gente leva de vez em quando, que significa: “Ei, olha em volta, tem mais no mundo: mais gente, mais problemas, mais… além de você e sua vida”. Pois é, talvez, porque Deus não estava me chacoalhando já fazia um tempão – ou estava, mas eu já tava tão sacodida que nem sentia!

Uma vez por mês, eu e minha mãe saímos juntas pra fazer compras, almoçar, conversar, passear pela cidade e, nessa vez em específico, ela fez uma listinha de afazeres. Uma dessas coisas era comprar panos de prato. Fomos em uma loja de artigos para cama/mesa/banho e compramos uns dez.

Saímos da loja, andamos, entramos em outras, compramos, carregamos sacolas e cansamos, resolvemos tomar uma água de coco. No caminho tinha uma senhora com algum problema de saúde que resultava em uma enorme bola no pescoço e, ela estava vendendo panos de prato, com uma criança e uma mulher grávida.

Enquanto a gente desviava dela para passar pela calçada ela disse:

“Compra um panhinho de prato pra me ajudar a fazer um exame”.

Eu olhei pra cara da minha mãe e disse: “Se você tivesse visto ela, tinha comprado os dez”. daí pensei: quem compra dez, compra quinze, e emendei a frase: “Compra dela também mãe”.

Enquanto a mulher grávida mostrava as opções para minha mãe, eu puxei conversa com a senhora, e ela disse que estava juntando dinheiro para fazer exame e comprar uma cesta básica. Na hora eu me senti impedida de sair andando e ir embora, deixando com aquela senhora apenas um “obrigado”. Falei pra ela que na segunda eu traria uma cesta básica para ela, se ela estivesse no mesmo lugar.

Isso aconteceu às 11 horas da manhã de um sábado, e ela disse que seu pudesse trazer no mesmo dia, mesmo que fosse a noite, ela esperaria até eu voltar. Diante disso, era impossível eu fazer o básico, afinal cesta básica é BASICA!, qualquer pessoa pode dar, mais: ouvir uma mendiga doente, num sábado de compras, não seria nem imaginável, se não fosse vontade e chacoalhão de Deus.

Minha mão já tinha pago e tava me chamando pra ir embora e eu tinha prometido que segunda-feira voltava com a cesta.

Fui andando, no caminho pra casa e uma voz na minha cabeça dizia: “Isso não é tudo que você pode fazer e você sabe disso!”. Consciência ou não, aquela voz estava certa e, eu dei meia volta e entrei no supermercado. Saí pegando arroz, feijão, macarrão, enfim, tudo pra uma cesta básica, e coloquei no meio a minha vergonha diante do tempo que eu não senti o chacoalhão de Deus, minha compaixão por aquela mulher, minha fé de que aquela comida seria bem aproveitada e não trocada por drogas. Paguei e pedi uma caixa de papelão pra poder levar até onde ela estava.

Saí do supermercado com a cesta na mão e andei 2 quarteirões segurando mais de 20 quilos de comida. Deus, como estava pesado! Mas eu só queria chegar logo, não pelo alívio dos meus braços, mas pela vontade de ver a cara da senhora quando eu dissesse que era pra ela, e que Deus me mandou entregar. Eu tava tão ansiosa por isso, que já não sentia mais o peso. Quando eu me abaixei e deixei a caixa ao lado dela, ela ficou tão alegre que não parava de agradecer. Fez isso por uns 10 minutos, e eu pude ver que a cesta não era tão básica assim, e tenho certeza que ela concordou comigo.

Pra ela aquilo era comida, alimento fisco, sustento, paz por alguns dias. Pra mim, era obediência, alimento espiritual, missão cumprida, o primeiro passo pro caminho de volta.

Depois disso, dessa demonstração de “saudade” de Deus comigo, a única coisa que eu espero e vou tentar com toda força é estar mais participativa aos chacoalhões de Deus, e isso exige que eu pare, que eu gaste tempo em silencio e que escute o que Deus diz sem usar palavras."
G.Flores

domingo, 4 de novembro de 2012

Eu Sou Aquele Que Abre



 

- Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha Palavra, e não negaste o meu Nome.
Apocalipse 3:8

De acordo com o Apocalipse, não existe sorte ou acaso. O que existe é a soberania de Cristo: “ Eis que coloquei diante de ti uma porta aberta que ninguém pode fechar”. (Apocalipse 3:8).

O Conceito de sorte, azar, coincidência, acaso ou destino – este conceito é tão comum entre nós, é tão usado em nosso vocabulário de todos os dias, que muitos cristãos acabam acreditando nele.

Cristãos não têm sorte ou azar – o que cristãos têm é a soberania e a providência divina, revelada em Cristo. Ou o Senhor causa ou o Senhor permite. Em ambos os casos, é a vontade Dele que se cumpre. E, em todos os casos, a vontade Dele é amorosa e para nosso bem.

Nem sempre entendemos porque o Senhor abriu a porta pela qual estamos entrando. Mas, se vivemos pela fé, esta será a melhor porta. Porque “Eu sou aquele que abre”.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

FALE COM CRISTO! ELE ENTENDERÁ...





"E eis que, dentre a multidão, surgiu um homem, dizendo em alta voz: Mestre suplico-te que vejas meu filho, porque é o único; um espírito se apodera dele e, de repente, grita e o atira por terra, convulsiona-o até espumar, e dificilmente o deixa, depois de o ter quebrantado." Lucas 9.38-39
Existem problemas familiares de todo tipo. Jesus, tanto no Seu tempo na terra como ainda hoje, é maior do que todos os problemas familiares. Isso o pai daquele rapaz atormentado pelo mal também sabia, e por isso veio a Jesus com sua aflição. Ninguém foi capaz de remediar sua aflição familiar, somente Jesus podia ajudar. E Ele ajudou! Ele "repreendeu o espírito imundo, curou o menino e o entregou a seu pai." Hoje Jesus também quer ajudar em todo problema familiar, seja ele causado por culpa própria ou de estranhos.
Em cada situação, fale com Jesus sobre o assunto; fale com Ele como fez aquele pai aflito. Se Ele não intervém imediatamente, não desanime. Continue falando com Jesus sobre os seus problemas familiares. Ele o ouvirá e, tocado por misericórdia, mais uma vez se mostrará como Aquele que é maior que tudo. Ele não o rejeitará, pois Ele mesmo disse: "...o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora."
Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A Escola do Deserto!





Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.

O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.

Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.

Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos

Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.

Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.

Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão

Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.

Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.

Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.

Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra

Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo.

Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.

Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus.

Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.

Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra.

Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.

Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.

O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!

Pr. Hernandes Dias Lopes

ON LINE:

HORÁRIOS DE CULTOS

DIAS DA SEMANA

HORÁRIOS

ATIVIDADES

LOCAIS

DOMINGO

18:30

EBD

FÁTIMA E CÍCERO

DOMINGO

19:30

CULTO ADORAÇÃO

FÁTIMA E CÍCERO

TERÇA

19:30

CULTO CURA E LIBERTAÇÃO

FÁTIMA

QUARTA

19:30

CULTO CURA E LIBERTAÇÃO

CÍCERO DANTAS

QUINTA

19:30

CÉLULAS

FÁTIMA E POMBAL

SEXTA

19:30

CÉLULAS

CÍCERO DANTAS

CBBG-Cícero Dantas-BA

CBBG-Cícero Dantas-BA