Amados atualmente vivemos o “frenesi” de uma vida corrida visando as conquistas pessoais e profissionais, desfrutando pouco a preciosa comunhão do seio familiar, muitas vezes não conseguimos nos relacionar com o nosso cônjuge e demais membros da família, e com isso vamos nos afastando, nos isolando em pequenas “ilhas” que criamos no grande oceano que se torna os nossos lares, vez por outra, ao nos sentirmos invadidos falamos palavras frias e duras uns para com os outros, e assim quando menos esperamos notamos que estamos vivendo uma grande “avalanche” em nossos relacionamentos.
Os convido a refletir no texto abaixo, para encontramos nova direção e vivermos em amor.
1. Controlar a Língua

Tudo começa com uma palavra, lembre-se aquele primeiro momento entre vocês, o primeiro..., um olhar penetrante, em seguida palavras doces que fizeram festas em seus ouvidos, contudo “desta mesma boca” de onde saíram palavras mais doces que o mel, sai também palavras duras, ofensivas, destrutivas e como diria a minha amiga Fabiana, palavras “desagradáveis”. Meus queridos, o Senhor já nos adverte lá no livro de Provérbios 13:3 “Quem guarda a sua boca guarda a sua vida, mas quem fala demais acaba se arruinando.” A vigilância é necessária e foi ensinada pelo Senhor, assim não podemos vacilar e devemos refrear as nossas línguas, pois o malígno sopra coisas em nossas mentes e se não estivermos vigilantes destilaremos todo o fel e consequentemente criaremos grandes feridas, que serão machucadas todas as vezes que não controlarmos as nossas línguas e ao passar do tempo enfrentaremos corações endurecidos e difíceis de penetrar para serem tratados e terem as suas enfermidades saradas.
2. As Conquistas
O trabalho árduo é bíblico, está lá em Pv 14:23, devemos ser gratos a Deus, pois Ele nos abençoou com o trabalho, visto que muitos não têm a fonte do sustento. Mas precisamos ser tementes a Deus em todas as áreas de nossas vidas, é necessário consagrar ao Senhor tudo o que fazemos, para que os nossos planos sejam bem sucedidos (Pv. 16:3), pois o trabalho daqueles que não temem a Deus, não traz felicidade é enfadonho, com isso a benção torna-se maldição, pois não terá prazer naquilo que faz, contudo se a Bondade do nosso Soberano Deus for invocada por você, será consolidada a obra das suas mãos como está escrito em Sl 90:17. Sim, meu caro leitor é necessário colocar em prática o Salmo 128: 1-2 e todo o seu contexto, para desfrutarmos das alegrias que o Senhor tem nos reservados nas nossas conquistas.
3. Edifica a tua casa
A família precisa ser edificada sobre a Rocha Viva que é Jesus, pois “se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção” (Sl 127:1 a). Para vivermos a plenitude familiar é necessário colocar em prática os deveres conjugais do livro de Efésios 5:22-33
“22 Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao SENHOR;
23 Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.
24 De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.
25 Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
26 Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,
27 Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
28 Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
29 Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;
30 Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos.
31 Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.
32 Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.
33 Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.”
Amados, se vivermos estas poucas e valiosas palavras os nossos lares serão transformados e seremos como “árvore plantada á beira de águas correntes, dando fruto no tempo certo, com folhas viçosas e prospero em tudo que fizermos”, assim como está escrito em Salmos 1:3. Com a agradável convivência conjugal desejaremos e ensinaremos aos nossos filhos a viverem os seus deveres mútuos entre pais e filhos, conforme o ensinamento bíblico, a fim de que a nossa descendência viva sobre benção, como nos ensina Paulo na carta aos Efésios 6:1-4 “ Filhos obedeçam a seus pais no Senhor, pois isto é justo. “Honra teu pai e tua mãe” – este é o primeiro mandamento com promessa – “para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra”. E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.
Rogo a Deus irmão para que esta breve reflexão contribua para que os irmãos entendam a boa e agradável vontade de Deus para o seio das famílias e que todos aprendam a renunciar o seu “EU” e passem a viver a alegria da presença do Senhor em seus lares.
Vos deixo as saudações da paz com os irmãos, e amor com fé da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo (Ef 6:23), e que busquem em oração e jejum a plenitude espiritual para os seus lares e que o Soberano Deus nos abençoe!